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  • Foto do escritorCarolina Codicasa

Alimentação: aliada ou vilã no combate à depressão e ansiedade?

A relação entre alimentação e saúde mental tem sido um tema cada vez mais estudado nos últimos anos. A maneira como nos alimentamos não afeta apenas a saúde física, mas também desempenha um papel fundamental em nossa saúde mental, podendo ser tanto um gatilho para ansiedade e depressão como um importante coadjuvante no tratamento.


Tudo depende das nossas escolhas diárias, informação de qualidade e acompanhamento adequado.


Vamos explorar mais este assunto?

Inflamação: uma dieta rica em alimentos processados, açúcares e gorduras saturadas pode aumentar a inflamação no corpo, o que tem sido associado a um maior risco de depressão. Em contrapartida, uma dieta rica em frutas, vegetais e alimentos anti-inflamatórios pode ajudar a reduzir esse risco.

Micronutrientes: vitaminas e minerais desempenham um papel crucial em nossa saúde mental. Por exemplo, a deficiência de vitamina D tem sido associada a um maior risco de depressão. Ômega 3, vitaminas do complexo B, zinco e magnésio contribuem para a produção de neurotransmissores que ajudam no processo de bem-estar, melhora do sono, estado de relaxamento e melhora do humor. Consumir alimentos fonte desses nutrientes garante que você obtenha o substrato adequado para que o seu cérebro funcione bem.

Probióticos: o microbioma intestinal desempenha um papel importante na regulação do humor. Alimentos ricos em probióticos, como iogurte e kefir, podem promover um microbioma saudável e, por sua vez, uma melhor saúde mental.

Em resumo, uma dieta equilibrada com menos agentes inflamatórios e mais nutrientes pode ser um componente importante para a melhora da saúde mental. No entanto, é importante lembrar que o tratamento deve ser personalizado e incluir a orientação de um nutricionista.

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