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Como ajudar e apoiar na jornada para o bem-estar mental

Atualizado: 9 de nov. de 2023


Homem sentado em um sofá cinza com sintomas de ansiedade.

A ansiedade se tornou uma preocupação de saúde mental cada vez mais comum. No Brasil, a situação é particularmente alarmante: o país lidera o ranking de ansiedade na América Latina, com quase 19 milhões de pessoas enfrentando essas condições.


A ansiedade é uma resposta natural do corpo a situações de estresse, perigo ou incerteza. É uma emoção que todos nós experimentamos em algum momento da vida. Em situações normais, ela se torna uma ocorrência adaptativa que nos ajuda a enfrentar desafios, estar alerta e tomar medidas para nos proteger.


Mas quando os sintomas de ansiedade são mais intensos, persistentes e interferem significativamente na qualidade de vida de uma pessoa, é aconselhável procurar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra que possa oferecer tratamento e orientação.


Ajudar alguém que está enfrentando uma ansiedade requer empatia, conhecimento e apoio. Aqui estão algumas maneiras de oferecer assistência a alguém que está lidando com a ansiedade:


  1. Esteja disponível para escutar: apenas ouvir uma pessoa pode ser uma ajuda significativa. Permita que ela compartilhe seus pensamentos, preocupações e medos. Não interrompa ou julgue. Em vez disso, demonstre empatia.

  2. Seja paciente: a ansiedade pode fazer com que uma pessoa repita as mesmas preocupações ou precise de mais tempo para tomar decisões. Seja paciente e evite pressioná-la.

  3. Evite minimizar ou invalidar os sentimentos: não diga coisas como "não se preocupe" ou "não é tão ruim assim." Isso pode fazer com que uma pessoa se sinta incompreendida. Reconheça os sentimentos dela.

  4. Ofereça apoio prático: pergunte como você pode ajudar. Às vezes, atos simples, como acompanhar uma pessoa em compromissos médicos ou tarefas do dia a dia, podem ser realizações importantes.

  5. Incentive a busca de ajuda profissional: se a ansiedade de uma pessoa estiver impactando significativamente a vida dela, incentive-a a procurar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra.

  6. Respeite os limites: esteja ciente de que uma pessoa com ansiedade pode precisar de mais tempo para si mesma ou limitar suas atividades em determinados momentos. Respeite esses limites.

  7. Eduque-se sobre a ansiedade: aprenda mais sobre a ansiedade para entender melhor o que uma pessoa está enfrentando. Isso também pode te ajudar a oferecer apoio mais eficaz.

  8. Evite julgar ou criticar: evite fazer julgamentos ou críticas negativas à pessoa. A ansiedade não é uma escolha, e os julgamentos podem piorar a situação.


Lembre-se de que cada pessoa é única e o que funciona para uma não pode funcionar para outra. Se a ansiedade for grave ou persistente, é fundamental encorajar a busca de ajuda profissional. Na Starbem temos psiquiatras e psicólogos prontos para auxiliar com o diagnóstico, prevenção e tratamento da ansiedade.


Elis Carla Sardeto Silva - Psicóloga da Starbem (CRP 06/187498)

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