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  • Foto do escritorMarcelo Volpato

Nômades digitais trabalham de qualquer lugar e se cuidam com o apoio da telessaúde




Nos últimos anos, muito pelo uso da tecnologia e da internet no nosso dia a dia, temos testemunhado o surgimento e crescimento da quantidade de nômades digitais. Cada vez mais popular, mas ainda estranho para alguns, o termo tem significado bastante fácil: com o trabalho híbrido e as novas possibilidades de conexões, mais e mais profissionais estão optando por um estilo de vida flexível, trabalhando remotamente enquanto exploram diferentes destinos ao redor do mundo.


Mas você sabe, de fato, o que são nômades digitais? São profissionais que utilizam a tecnologia para trabalhar remotamente, geralmente enquanto viajam e vivem em diferentes lugares ao redor do mundo.


Por meio de ferramentas digitais como notebooks, smartphones e internet, os nômades digitais realizam suas tarefas profissionais e até pessoais, o que lhes permite maior liberdade geográfica e flexibilidade em seu cotidiano.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria IWG em 2020, cerca de 90% das empresas brasileiras adotaram algum formato de trabalho remoto em resposta à pandemia de Covid-19. Outro estudo, realizado globalmente pela MBO Partners, revelou que em 2021 havia aproximadamente 10 milhões de nômades digitais no mundo, o que representa um aumento significativo em relação aos anos anteriores, indicando um interesse crescente por esse estilo de vida flexível. Este foi o cenário que impulsionou exponencialmente esse modelo de trabalho sem fronteiras.


Como os nômades digitais cuidam da saúde?

Rodrigo Jardim, 37 anos, é engenheiro de software e desenvolvedor de aplicativo para Android. Nascido em Recife (PE), desde cedo já não se prendia a uma localidade específica para atuar profissionalmente. Depois de começar a trabalhar na GoK, chegou a tentar fixar moradia em cinco cidades antes de chegar a Blumenau (SC). Mas durou pouco tempo. Em fevereiro de 2022, ele decidiu se assumir como um verdadeiro nômade digital.


"Fiz um teste por três meses. Deu tão certo que voltei para Blumenau para devolver meu apartamento alugado e doar algumas roupas e calçados que não iria precisar mais. A ideia era viver com pouca coisa, o suficiente para ter um mínimo de conforto, mas que também coubesse na mochila", relembra Jardim. "A pandemia mudou muito minha cabeça em relação à vida, e com isso a sensação de viver intensamente reforçou meu desejo de ter essa liberdade geográfica."


Nesse período, Rodrigo já morou em seis países diferentes e em mais de 30 cidades. "Desde então, não tenho mais residência fixa e aproveito para conhecer as pessoas, os lugares, as culturas e culinárias diferentes. Foi a melhor decisão que tomei", comemora.


Uma verdadeira aceleradora do processo de inovação digital de seus clientes, a GoK, empresa onde Rodrigo trabalha, conta com mais de 100 colaboradores atuando nos mais diferentes lugares do mundo. Alguns são como ele, nômades digitais.


Atenta às necessidades de saúde física e mental de seus colaboradores, a GoK oferece a todos a Starbem. Pelo aplicativo, Rodrigo cuida da saúde de onde estiver.

Com o app da Starbem, Rodrigo tem acesso rápido aos seus médicos e profissionais de psicologia e nutrição sempre que precisa. "Eu morei um período na Bolívia, por exemplo, e estava sentindo um incômodo na garganta. Prontamente marquei uma consulta com um clínico geral e logo em seguida já pude fazer um tratamento adequado", relembra. "Essa facilidade é primordial para quem não tem uma residência fixa, já que não precisa nem sair da hospedagem para procurar por médico".


Tendência no mundo todo, a telemedicina e a telessaúde têm experimentado um crescimento exponencial. Segundo uma pesquisa do G2 Learning Hub, a telemedicina brasileira cresceu cerca de 372% de 2020 até 2021. O serviço tem se mostrado, ainda, uma alternativa viável para atender áreas remotas e carentes de recursos médicos, contribuindo para a democratização do acesso à saúde.


Gostou do tema? Veja aqui quatro benefícios de ser nômade digital:


1. Liberdade geográfica: tem a ver com a liberdade para escolher onde viver e trabalhar. É possível se deslocar por diferentes cidades e países e explorar culturas diversas enquanto mantém as atividades profissionais e pessoais.


2. Flexibilidade de horário: a possibilidade de definir os próprios horários de trabalho é um grande desejo de muita gente. E isso permite uma melhor conciliação entre vida pessoal e profissional, permitindo que eles aproveitem momentos de lazer e realizem atividades fora do âmbito profissional.


3. Conexão com culturas diversas: pela possibilidade de viajar e viver em diferentes lugares, cria-se a oportunidade de novas conexões com culturas diversas, ampliando horizontes e gerando novas experiências, o que contribui para um crescimento pessoal e profissional significativo.


4. Aumento da produtividade: alguns estudos já mostram que os nômades digitais tendem a ser mais produtivos devido à flexibilidade. Ao evitar deslocamentos diários e o ambiente de escritório tradicional, podem adaptar seu local de trabalho de acordo com suas necessidades e preferências, o que pode resultar em mais eficiência.

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